4 de abril de 2026
Teixeira de Freitas
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30 anos sem Mamonas Assassinas: banda nasceu de ‘sacanagem’, teve sucesso meteórico e chocou Brasil com fim trágico

Nove meses. 273 dias. Cerca de 39 semanas. Foi aproximadamente esse o tempo que durou a carreira da banda Mamonas Assassinas. Pouco para o calendário, mas o suficiente para a história. Em menos de um ano, os cinco jovens irreverentes –Dinho, Bento, Samuel, Sérgio e Júlio Rasec– saíram de Guarulhos, na Grande São Paulo, para transformar o humor em música, quebrar padrões e ganhar status de fenômenos.

  • Essa reportagem faz parte do especial Mamonas Assassinas – 30 anos de saudade, que traz histórias e relembra momentos do grupo que conquistou o Brasil

Ninguém –nem a família, nem os amigos– imaginava que os rapazes fariam tanto sucesso. Antes da fama, eram apenas colegas, jovens entusiastas do futebol que tinham uma banda de rock genérico, na época, conhecida como Utopia, que agradava ao pessoal do bairro, só. Remando contra a maré, eles tentaram de tudo para colocar o grupo em evidência até que o caminho do quinteto cruzou com o produtor Rick Bonadio, que também começava a carreira.

“Eu tinha um estúdio ali no pé da Serra da Cantareira que eu alugava, e era um estúdio muito básico, simples. O começo da minha carreira como produtor foi ali. Eu colocava anúncio num jornal de que eu gravava artistas independentes e eles viram o anúncio e vieram até o estúdio como Utopia pra fazer um disco. Tínhamos mais ou menos a mesma idade, então ficamos brother, amigos. Os caras eram muito divertidos, alto astral e tinham um som legal, mas estavam fazendo um rock fora de época. Eles queriam fazer um rock que tinha acontecido nos anos 80, mas já tinha passado isso, e eu falava isso pra eles”.

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Fonte: Portal Abrolhos